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SEGURANÇA DIGITAL PARA MULHERES

Mais informação 
mais proteção.

O +segura é uma iniciativa da Lótus HUB criada para transformar informação jurídica e segurança digital em orientação clara, acessível e prática para mulheres que enfrentam violência no ambiente online.

Direitos existem.
O desafio é torná-los
acessíveis.

224,9%

de crescimento nas denúncias de violência e discriminação contra mulheres na internet entre 2024 e 2025.

de mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência digital em 2025.

8,9 mi

das mulheres gamers recebem mensagens de cunho sexual, violência ou misoginia.

80%

Você não deveria precisar descobrir sozinha qual é o próximo passo.

SE ACONTECEU COM VOCÊ

O +segura organiza caminhos de proteção para reduzir a distância entre “isso aconteceu comigo” e “eu sei o que fazer agora”.

ENTENDA A SITUAÇÃO

Identifique o tipo de violência ou risco digital.

PRESERVE AS PROVAS

Saiba o que registrar antes de bloquear ou denunciar.

ENCONTRE CAMINHOS DE APOIO

Saiba as plataformas, canais e suporte adequado.

O problema cresce. A orientação precisa chegar antes.

Existem leis e canais de denúncia, mas muitas mulheres ainda não sabem como agir, em que ordem agir ou como preservar provas. É essa lacuna que o +segura busca reduzir.

59%

das jogadoras costumam esconder seu gênero durante as partidas para evitar assédio.

75%

das jogadoras entre 18 e 24 anos relatam insultos ou assédio enquanto jogam.

MULHERES NOS GAMES

Jogar não deveria exigir que uma mulher esconda quem é.

Mulheres já representam a maioria do público gamer, mas o assédio ainda empurra muitas para o silêncio, o anonimato ou a saída desses espaços. Segurança digital também é infraestrutura para permanência, carreira e representatividade.

58%

 dos gamers brasileiros são mulheres e 51% do público atualmente é feminino.

10%

é a representatividade delas no cenário profissional, mesmo sendo maioria entre os jogadores.

Informação também é uma forma de

proteção

PASSO A PASSO

Como utilizar o guia?

Sua privacidade vem primeiro. O +segura não exige cadastro ou qualquer informação pessoal para utilização. As respostas fornecidas durante o guia não são identificáveis.

Clique no pop-up e
siga o passo a paso

Abra o +segura no canto inferior direito da tela e responda às perguntas apresentadas. O passo a passo ajuda você a entender a situação, organizar informações importantes e identificar os próximos caminhos de forma simples, rápida e acessível.

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Se você estiver em uma situação de risco, ou se a pessoa agressora estiver por perto, clique em “Sair rápido”. Isso fecha imediatamente tudo relacionado ao +segura, trazendo mais discrição e proteção para a sua navegação.

Use “Sair rápido” em caso de emergência

O +segura é continuidade de uma missão que começou antes dele: levar a sério as violências vividas por mulheres nos games e no ambiente digital, transformar debate em ação e garantir que nenhuma mulher precise enfrentar tudo isso sem informação, orientação e caminhos de apoio.

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Nossa desenvolvedora, a advogada Isadora Bündchen, atua no enfrentamento à violência digital de gênero muito antes do lançamento do +segura.

Sua trajetória nesse tema também se concretiza por meio do projeto
Catarinas Digitais, idealizado por ela e apresentado à OAB/SC por intermédio da Comissão de Direito Digital.

O
Catarinas Digitais atua na conscientização e na disseminação de informações sobre a violência digital de gênero, partindo da mesma premissa que o +segura: Uma mulher só decide denunciar quando sabe como fazê-lo. Quando ela desiste porque o caminho é confuso, burocrático ou hostil, ela não abriu mão do seu direito: alguém decidiu por ela que esse direito não valia ser explicado.

Você sabia?

Nossa fundadora, Amanda Abreu, mobilizou uma frente parlamentar com diversas mulheres da comunidade de games, no Rio de Janeiro para levar ao poder público o debate sobre respeito, assédio e violência contra mulheres nos games e esports.

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A iniciativa resultou em uma audiência pública histórica na Câmara Municipal e, depois, na aprovação da Lei nº 8.506/2024, que incluiu a campanha “Meu Game Meu Nome” no Calendário Oficial da Cidade do Rio de Janeiro.

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Um exemplo de como uma pauta da comunidade pode ganhar espaço institucional e se transformar em política pública.

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